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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A morte beijou-lhe a testa,
Sorriu sobre a brecha de vida,
que ainda restava,
A morte beijou-lhe os lábios,
Inconstante sorriu,
E outro beijo pediu.
A morte beijou-lhe o corpo,
Afogou-se na alma,
Com um sorriso acalentava,
E quase sem querer,
Outro beijo pediu.

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