“Não era uma dor comum. Daquelas clichê que se sente sem saber o por que. Dessa vez ela sabia a causa… Dessa vez as lágrimas faziam sentido. (…) Sofria coitadinha, por ter acreditado que o errado poderia ser certo. Tão bobinha. Tão ingênua. Deu amor e esqueceu-se de que, primeiro, deveria amar si mesma.
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