“[…] Semi abertos permanecem meus olhos. Lágrimas perdem-se as gotas do dilúvio. Internamente obscura e silenciosa. Uma luz de túnel. Esperando pela trégua, pelo alívio das marcas arranjadas. Assim que o dia amanhece em seu interior tem em vista o tempo ruído. Querido tempo, valioso destino, não a aflija. Esquecera de que há uma parada? Um deserto. Seus temores. A espera. Anda depressa pra não rever seus passos, mas crê em sua espera pela renovação. Se não sobraram esperanças então só lhe restarão lembranças de devaneios passados, apesar disso, corre para não perder-se sobre passagens tortas traçadas durante suas abstrações. A espera amadurece mas também amargura.”
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