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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012


"Ajoelha e chora neném, ajoelha e chora. Pede pra voltar, faz ceninha até implora. Ajoelha e chora neném, ajoelha e chora. Eu não falo grego, pegue o beco e vá simbor. Eu falei pra você, e não adianta querer me enganar, porque eu sinto o cheiro de sem-vergonhice no ar. Quando eu entro num lance, se é noventa e nove eu transformo em cem, mais também não sou besta, pra viver comendo na mão de ninguém. Não, não, não, não dá. Você passa da conta, depois se arrepende querendo Voltar. Não, não, não, não dá. Já falei que acabou, agora chegou sua vez de chorar.."

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