
Prometi a mim mesma que da
próxima vez eu seria diferente, por não querer mais me ver tão errada,
tão torta, tão rigorosa comigo mesma e com as histórias que protagonizo.
Aprendi que preciso ser tolerante, que não posso me deixar ser tão
orgulhosa. Aprendi que preciso procurar minhas falhas, mesmo quando só
pareço enxergar as dos outros. Aprendi que não posso querer que o outro
adivinhe o que sinto ou que saiba sempre a maneira como quero que aja.
(…) Não quero descobrir que esse meu eu lapidado continua cometendo os
mesmos erros estúpidos.
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