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terça-feira, 29 de maio de 2012

Quem diria tão complicado, que deixa um duvida ao o que digitar e com um medo absurdo de errar, pois você não é algo compreensível, tu és o ponto de interrogação sem resposta no final da frase. Tu sabes que não existe uma definição a si, que em meio a tantas bagunças e discussões com o espelho tenta encontrar uma resposta porque tão idiota por perdoar duas vezes, três se necessário, se preocupa tanto, se comove fácil, e ri do que faz bem, e mal, se afoga por dentro, por uma hipocrisia talvez, mas sua mãe diz que homem não chora, então guarda o segredo, e de noite, diz baixo a ponto de ninguém ouvir “mãe a senhora está errada”. Seria tolo quem sabe, que desliga o telefone na cara, e a falta de paciência pra receber em seguida outra ligação o deixa impaciente, e disca de novo, pede perdão quando está certo, e quando está errado, deixa o orgulho se sobressair, ai tu pensas “quem é esse ser?” Ele não sabe, eu não sei, um ser humano que erra e sofre, um garoto que tem sonhos e objetivos, uma preguiça imensa que o cola no chão, mas uma imaginação gigante que acha que irá conseguir tudo assim: meio parado, agindo com impulso no final, deixar o desespero fazer como todas as vezes se mover, e mesmo que saia uma besteira, saia uma atitude, pois é isso que você é, um ser qualquer, com características iguais, mas com pensamentos diferentes. Meio intolerante, com algumas partes azedas, e outras nem descobertas, um pouco cobertos de mentiras, procurador de respostas, mas protetor delas mesmo, por hipocrisia, ou talvez por ser não souber o que quer ser mesmo

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