Quem diria tão complicado, que deixa um duvida ao o que digitar e com um
medo absurdo de errar, pois você não é algo compreensível, tu és o
ponto de interrogação sem resposta no final da frase. Tu sabes que não
existe uma definição a si, que em meio a tantas bagunças e discussões
com o espelho tenta encontrar uma resposta porque tão idiota por perdoar
duas vezes, três se necessário, se preocupa tanto, se comove fácil, e
ri do que faz bem, e mal, se afoga por dentro, por uma hipocrisia
talvez, mas sua mãe diz que homem não chora, então guarda o segredo, e
de noite, diz baixo a ponto de ninguém ouvir “mãe a senhora está
errada”. Seria tolo quem sabe, que desliga o telefone na cara, e a falta
de paciência pra receber em seguida outra ligação o deixa impaciente, e
disca de novo, pede perdão quando está certo, e quando está errado,
deixa o orgulho se sobressair, ai tu pensas “quem é esse ser?” Ele não
sabe, eu não sei, um ser humano que erra e sofre, um garoto que tem
sonhos e objetivos, uma preguiça imensa que o cola no chão, mas uma
imaginação gigante que acha que irá conseguir tudo assim: meio parado,
agindo com impulso no final, deixar o desespero fazer como todas as
vezes se mover, e mesmo que saia uma besteira, saia uma atitude, pois é
isso que você é, um ser qualquer, com características iguais, mas com
pensamentos diferentes. Meio intolerante, com algumas partes azedas, e
outras nem descobertas, um pouco cobertos de mentiras, procurador de
respostas, mas protetor delas mesmo, por hipocrisia, ou talvez por ser
não souber o que quer ser mesmo
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