Diante aos meus olhos, você é assim, desse feitio que não consigo
descrever. Desse feitio que me enfeitiça, que me enlouquece. Você é
homem com alma de anjo: é tudo o que se pode imaginar. De um jeito ou de
outro, você é o conjunto de todas as qualidades, de todos os defeitos,
que porventura, você consegue transformá-las em qualidades. Ora, você é
perfeito. É lindo, engraçado, amigo, conselheiro, meigo, desbocado,
atrevido, talentoso e bobo.
Vira e meche estou a meio de devaneios, fantasiando-me com um pouco de você. Imagino conversas que ainda não tivemos, beijos que ainda não sentimos, olhares que ainda não trocamos, risadas que ainda não gargalhamos juntos. Sim, ainda. Tenho certeza que ainda iremos fazer tudo isso e um tanto mais. Pois não desistirei de você. Apesar de tudo, ah! Isso tudo me parece tão irreal (…) mas como há tanto amor entre nós, sendo que nunca nos tocamos, nunca nos vimos? Por mais que tente enfiar em minha cabeça de que mesmo com toda essa distancia que prevalece entre a gente, tem amor, mas não consigo! Desculpe-me. Por um lado, lhe quero, amigo. Por outro, lhe quero, amor. Quero lhe pedir conselhos sobre outros meninos, quero sua amizade de um jeito atrevido, quero beijos roubados comuns entre amigos. Mas quero tanto ainda, lhe apresentar pros meus amigos como meu amor, quero lhe chamar de meu, meu amor, meu anjo, meu namorado, quero beijos desejados, com ternura, com paixão. Mas onde colocar tantos pensamentos? Como conseguir ser tão madura como você me chama, para conseguir decifrar o que você é para mim? Como lhe querer de um jeito só? Queria não me entregar a você. Queria ser relutante a cada palavra que você digita com tanta meiguice, que transparenta, conter paixão. Queria tanto fazer com que aquele amor que sentia por você há uns quatro meses atrás não voltasse! Pois é. Queria não sofrer de novo, pois sei: há sempre um final, e esse final é tão clichê. Cada um para um lado, sofrendo, chorando, se deprimindo a mil. O que fazer com tantas promessas que fizemos, com pura astúcia? Você diz que agora, todas as palavras e promessas que um dia me fez, ainda não esqueceu. Que quer ser meu amigo, meu companheiro, meu protetor, quiçá, namorado. Mas e eu? Não deixarei que eu seja o que você quer, sem eu ao menos saber como lhe quero para mim. Consegue entender, meu amor? Ops! Consegue entender, meu anjo? Ah, quero só ver chamar-me de madura, mesmo sabendo que sou um poço de confusão, de letras de todos os alfabetos, palavras de todas as línguas, frases de todos os autores, textos de todos escritores.
Vira e meche estou a meio de devaneios, fantasiando-me com um pouco de você. Imagino conversas que ainda não tivemos, beijos que ainda não sentimos, olhares que ainda não trocamos, risadas que ainda não gargalhamos juntos. Sim, ainda. Tenho certeza que ainda iremos fazer tudo isso e um tanto mais. Pois não desistirei de você. Apesar de tudo, ah! Isso tudo me parece tão irreal (…) mas como há tanto amor entre nós, sendo que nunca nos tocamos, nunca nos vimos? Por mais que tente enfiar em minha cabeça de que mesmo com toda essa distancia que prevalece entre a gente, tem amor, mas não consigo! Desculpe-me. Por um lado, lhe quero, amigo. Por outro, lhe quero, amor. Quero lhe pedir conselhos sobre outros meninos, quero sua amizade de um jeito atrevido, quero beijos roubados comuns entre amigos. Mas quero tanto ainda, lhe apresentar pros meus amigos como meu amor, quero lhe chamar de meu, meu amor, meu anjo, meu namorado, quero beijos desejados, com ternura, com paixão. Mas onde colocar tantos pensamentos? Como conseguir ser tão madura como você me chama, para conseguir decifrar o que você é para mim? Como lhe querer de um jeito só? Queria não me entregar a você. Queria ser relutante a cada palavra que você digita com tanta meiguice, que transparenta, conter paixão. Queria tanto fazer com que aquele amor que sentia por você há uns quatro meses atrás não voltasse! Pois é. Queria não sofrer de novo, pois sei: há sempre um final, e esse final é tão clichê. Cada um para um lado, sofrendo, chorando, se deprimindo a mil. O que fazer com tantas promessas que fizemos, com pura astúcia? Você diz que agora, todas as palavras e promessas que um dia me fez, ainda não esqueceu. Que quer ser meu amigo, meu companheiro, meu protetor, quiçá, namorado. Mas e eu? Não deixarei que eu seja o que você quer, sem eu ao menos saber como lhe quero para mim. Consegue entender, meu amor? Ops! Consegue entender, meu anjo? Ah, quero só ver chamar-me de madura, mesmo sabendo que sou um poço de confusão, de letras de todos os alfabetos, palavras de todas as línguas, frases de todos os autores, textos de todos escritores.
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