Foi o maior amor que já senti na vida. Lembro até
hoje de uma sensação muito absurda da época: todas as vezes que o metrô
parava na estação próxima ao cortiço em que ele morava, eu sentia uma
bola de fogo tão grande no peito que eu pedia a Deus: "Não me deixe
morrer antes de vê-lo só mais uma vez."
Nenhum comentário:
Postar um comentário