
Alojou-se no coração, veio, ficou.
Tomou conta de tudo, abriu as portas e entrou, sem pedir licença
nenhuma. Chegou, conquistou, e roubou-me para si. Tomou minha vida em
suas mãos, meus sorrisos eram reflexos de suas tão bobas piadas. E então
encantou, aconchegou-se do lado esquerdo do meu peito e não quis sair. E que não queira. Nem amanhã; nem depois e nem nunca.
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