Me tornei mulher porque me tornei independente, antes de tudo.
Não sou de frescura e muito menos de compulsões consumistas.
Mas ainda tenho um lado mulherzinha: choro à beça, sou louca por
flores, não vivo sem meus hidratantes, aprecio o cavalheirismo, gosto de
ficar de mãos dadas no cinema, devoro revistas de moda, me interesso
por decoração e fico chocada quando escuto expressões grosseiras.
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