Então, que seja clichê. Os dias, as conversas, os olhares, os sentimentos, os poemas e as canções. Às vezes, não é de nenhum conselho que a gente precisa: um clichêsinho desses baratos já cairia bem. Vai dizer que não é bom ouvir, baixinho no pé d’ouvido, alguém dizendo o quanto precisa de você? Ou até mesmo um eu te amo? Ou que você tem o sorriso mais lindo que essa pessoa já viu? Que atire a primeira pedra quem não gosta de se sentir especial e único. Não há mal algum, oras, os clichês também nos fazem feliz - mas cabe a você não se iludir com tanta felicidade.
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