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terça-feira, 2 de outubro de 2012

O amor é assim, ou é sentido pelas duas partes ou não é sentido por nenhuma das partes, porque meu amigo, eu te garanto. Ser a pessoa que ama e não a amada doí, doí demais, doí pra caramba. O amor é uma coisa perigosa, é como qualquer outro sentimento. Tem que ter cautela, ir devagar, amar com cuidado, amar com medo. O amor é uma coisa que te destrói toda por dentro e deixa tudo intacto, tudo direitinho, o amor quebra tudo e deixa tudo inteiro na maioria das vezes só não deixa o coração. O amor é aquilo que bagunça tudo, tudo mesmo, bagunça sua vida, seu coração, seus sentimentos, suas palavras, sua mente e deixa tudo arrumadinho como se nem tivesse lá. O amor foi feito para as pessoas lá dos anos 80, 90, onde todos eram fieis, você podia confiar nos outros até de olhos fechados, hoje, ah, nem mesmo no seu amor você pode confiar de olhos fechados, afinal, quem te garante que você não irá cair? O amor é a união mais perfeita e imperfeita do mundo, é bipolar, é normal, é clichê, é original, é bagunça, é organização, é quebrável  é inquebrável  é choro, é sorriso, é tristeza, é felicidade, é desconfiança, é confiança, é mentira, é sinceridade, é ódio e é amor. Para mim é assim, amor só é amor quando uma pessoa está no coração da outra, coração pode estar inteiro ou quebrado, lindo ou remendado, o amor para dar certo uma pessoa tem que amar a outra mesmo quebrada e desconfiada. Tem que amar como se nunca tivesse sido amada e nem nunca tivesse amado. É tão confuso o amor, ele é o que quer ser, e não ser o que querem que ele seja. Mas se fizerem ele ser o que ele já não quer ou o que ele nunca quis dá errado, o amor é a matemática perfeita, por isso é tão raro. E quer saber? O amor pode dar certo!

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