Eu com as minhas histórias, você com suas fontes e esse teu jeito de ir olhando as coisas ao fundo com cara de sono. […] Eu em você, seu eu em mim. Pra sempre. Ou não (sei). Um dia terminaremos por onde sempre começamos: cantando aos berros refrões tristes do Nando, com a mão ao peito pra nos amparar nesses trechos que de tão profundos quase doem.
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